ESTENOSES DA VIA BILIAR
A estenose biliar, também conhecida como estenose do duto biliar, ocorre quando o duto biliar fica menor ou mais estreito. O ducto biliar é o tubo que leva a bile do fígado para o intestino delgado. A bile é uma substância que ajuda na digestão de alimentos gordurosos e na excreção (eliminação de) substâncias nocivas. Quando o […]
COLANGIOCARCINOMA
É um tumor originário do epitélio biliar. É comum na China, país em que se acredita que o tumor seja causado parcialmente por infestações subjacentes do fígado por fascíola hepática. Nos demais lugares, é menos comum do que o carcinoma hepatocelular; histologicamente, os dois podem se sobrepor. Pacientes com colangite esclerosante primária têm risco significativamente maior de colangiocarcinoma. […]
COLANGITE
A colangite esclerosante primária (CEP) consiste em uma inflamação irregular, com fibrose e estreitamentos do ducto biliar, que não tem uma causa conhecida. Entretanto, 80% dos pacientes têm doença inflamatória intestinal, mais frequentemente retocolite ulcerativa. Outras condições associadas incluem doenças do tecido conjuntivo, causas autoimunes e síndromes de deficiência imunitária, eventualmente complicadas por infecções oportunistas. […]
CÂNCER DA VESÍCULA BILIAR
Carcinoma da vesícula biliar é incomum (2,5/100.000). É mais comum entre índios americanos, pacientes com cálculos grandes (> 3 cm) e naqueles com extensas calcificações consequentes a colecistites (vesícula em porcelana). A quase totalidade (70 a 90%) dos pacientes também tem cálculos. A taxa média de sobrevivência é 3 meses. A cura é possível quando o câncer é diagnosticado precocemente […]
COLECISTITE
A colecistite aguda é a complicação mais comum da colelitíase. Em comparação, ≥ 95% dos pacientes com colecistite aguda têm colelitíase. Quando um cálculo impacta no ducto cístico e causa obstrução persistente, ocorre um processo inflamatório agudo. A mucosa danificada secreta ainda mais líquidos para dentro da vesícula. A distensão resultante leva à liberação de mais mediadores inflamatórios, […]
TUMORES MALIGNOS PRIMÁRIOS
O câncer de fígado pode ser de dois tipos: primário (que começa no próprio órgão) e secundário ou metastático (tem origem em outro órgão e, com a evolução da doença, atinge também o fígado). O tipo secundário é mais frequentemente decorrente de um tumor maligno no intestino grosso ou no reto. Dentre os tumores iniciados […]
TUMORES BENIGNOS
Tumores hepáticos benignos são relativamente comuns. A maioria é assintomática, mas alguns causam hepatomegalia, desconforto no hipocôndrio direito do abdome ou, ainda, hemorragia intraperitoneal. A maioria é detectada incidentalmente na ultrassonografia ou em outros exames. Testes de função hepática são habitualmente normais ou apenas ligeiramente anormais. O diagnóstico é geralmente possível com exames de imagem, mas biópsia […]
METÁSTASES
As metástases hepáticas têm origem, sobretudo, no pulmão, na mama, no intestino grosso, no pâncreas ou no estômago. A leucemia (câncer dos glóbulos brancos) e o linfoma (câncer do sistema linfático), especialmente o linfoma de Hodgkin, podem também afetar o fígado. Os cânceres disseminam-se para o fígado, pois ele filtra a maior parte do sangue […]
HIPERPLASIA NODULAR FOCAL
É uma lesão localizada do tipo hamartoma, que histologicamente se assemelha à cirrose macronodular. Em geral, o diagnóstico baseia-se em ressonância magnética (RM) ou TC com contraste, mas a biópsia pode ser necessária para a confirmação. O tratamento é raramente necessário. Fonte: MSD Manuals
HEMANGIOMA
São geralmente pequenos e assintomáticos e ocorrem em 1 a 5% dos adultos. Os sinais e sintomas são mais prováveis se tiverem > 4 cm; os sinais e sintomas são desconforto, edema e, menos frequentemente, anorexia, náuseas, saciedade precoce e dor secundária ao sangramento ou trombose. Em geral, esses tumores têm uma aparência vascular altamente […]



