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CARCINOMA HEPATOCELULAR

O câncer de fígado pode ser de dois tipos: primário (que começa no próprio órgão) e secundário ou metastático (tem origem em outro órgão e, com a evolução da doença, atinge também o fígado). O tipo secundário é mais frequentemente decorrente de um tumor maligno no intestino grosso ou no reto. Dentre os tumores iniciados […]

COLANGIOCARCINOMA PERIFÉRICO

É um tumor originário do epitélio biliar. É comum na China, país em que se acredita que o tumor seja causado parcialmente por infestações subjacentes do fígado por fascíola hepática. Nos demais lugares, é menos comum do que o carcinoma hepatocelular; histologicamente, os dois podem se sobrepor. Pacientes com colangite esclerosante primária têm risco significativamente maior de colangiocarcinoma.  […]

CARCINOMA FIBROLAMELAR

É uma variante distinta do carcinoma hepatocelular, com morfologia característica de hepatócitos entremeados em tecido fibrolamelar. Geralmente, ocorre em adultos jovens e não tem associação com preexistência de cirrose, vírus das hepatites B e C, ou outros fatores de risco bastante conhecidos. Os níveis de α-fetoproteína (AFP) raramente são elevados. O prognóstico é melhor que […]

ADENOMA HEPATOCELULAR

Os tumores hepáticos benignos, devido à relativa facilidade na identificação através de exames de imagem como o ultrassom, tiveram incidência crescente na população nos últimos anos, tornando-se um quadro frequente na rotina clínica e muitas vezes um desafio para clínicos e cirurgiões. Logo, o médico passou a enfrentar dilemas relacionados ao diagnóstico e conduta nestes […]

ABSCESSO HEPÁTICO

Um abscesso hepático é definido como uma massa que pode se desenvolver por lesão do fígado ou infecção intra-abdominal.  A maioria desses abscessos é categorizada como piogênica ou amebiana, embora uma minoria seja causada por parasitas e fungos. A maioria das infecções amebianas é causada por Entamoeba histolytica. Os abscessos piogênicos são geralmente polimicrobianos, mas alguns organismos são vistos mais comumente neles, […]

DOENÇA POLICÍSTICA

A doença policística do fígado é o resultado da malformação da placa ductal embrionária da árvore biliar intra-hepática. Consiste em numerosos cistos espalhados por todo o parênquima hepático.  Em estágios avançados, os pacientes têm fígados maciçamente aumentados, o que causa um espectro de características clínicas e complicações. As principais queixas incluem dor abdominal, distensão abdominal e sintomas atípicos por […]

CISTOADENOCARCINOMAS

Essa doença rara provavelmente é secundária à transformação maligna de um cistoadenoma e muitas vezes é multilobular. O tratamento consiste em ressecção hepática. Fonte: MSD Manuals

CISTOADENOMAS

As lesões císticas hepáticas já foram consideradas relativamente incomuns, mas estão sendo diagnosticadas com mais frequência com o avanço contínuo e melhor acesso dos pacientes às imagens transversais. Estima-se que a doença hepática cística afete 5 a 10% da população mundial.  O diferencial para doença hepática é amplo e inclui etiologias infecciosas, inflamatórias, malignas, de desenvolvimento e […]

CISTO HIDÁTICO

A hidatidose (equinococose) é uma doença parasitária que ocorre em duas formas principais: hidatidose cística (também conhecida como equinococose) causada pelo Echinococcus granulosus e hidatidose policistica, causada pelos Echinococcus vogeli e Echinococcus oligarthrus. Os cães, raposas e outros carnívoros abrigam os vermes adultos no intestino e evacuam os ovos do parasita nas fezes. Se os ovos são ingeridos […]

CISTO SIMPLES NÃO PARASITÁRIO

Os cistos hepáticos não parasitários são frequentes e geralmente assintomáticos. A investigação deve diferenciar de cistos parasitários ou neoplásicos. A ultrassonografia, a tomografia computadorizada, a ressonância magnética e a sorologia nem sempre garantem um diagnóstico definitivo, onde como outros métodos diagnósticos pouco auxiliam. Sintomas, complicações ou diagnóstico incerto tornam o tratamento necessário. Várias técnicas têm sido utilizadas […]