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TUMOR DE PAPILA DE VATER

As neoplasias benignas da ampola de Vater são raras. Essas lesões têm propensão à degeneração maligna de 35% a 55% e podem ter tamanho relativamente grande (>5 cm) em diâmetro, em geral sendo notadas por sintomas de hemorragia digestiva, obstrução intestinal ou icterícia obstrutiva. Os tumores carcinoides da papila menor também são extremamente raros e são, […]

LITÍASE DA VIA BILIAR (CÁLCULOS NO COLÉDOCO)

A litíase biliar corresponde à formação, sintomática ou não, de cálculos no interior da vesícula biliar. Contudo, os cálculos podem estar presentes no interior do ducto colédoco, formando a coledocolitíase. Os dados epidemiológicos de colelitíase são certamente subestimados uma vez que a maioria dos casos é assintomático e não necessita de tratamento. Exames ultrassonográficos no […]

LESÕES POLIPÓIDES DA VESÍCULA (PÓLIPOS)

Os pólipos da vesícula biliar são detectados em 4 a 5% da população, sendo benignos na maioria dos casos. Entretanto, podem ser malignos e com prognóstico sombrio. Assim como em outros cânceres, o tratamento em um estágio precoce é considerado essencial para a melhora da sobrevida. Com o aumento do uso da ultrassonografia na prática diária, mais lesões polipoides da vesícula biliar têm sido detectadas. O significado clínico dessas lesões polipóides, bem como seu manuseio adequado, […]

LITÍASE BILIAR (CÁLCULOS NA VESÍCULA)

A presença de cálculos biliares (colelitíase) é uma doença grave e de alta prevalência e uma das principais causas de internações hospitalares em todo o mundo. Devido ao seu impacto substancial na saúde, investigou-se os mecanismos biológicos que levam à formação e ao crescimento de cálculos biliares. A montagem de cálculos biliares requer essencialmente armadilhas […]

ESTENOSES DA VIA BILIAR

A estenose biliar, também conhecida como estenose do duto biliar, ocorre quando o duto biliar fica menor ou mais estreito. O ducto biliar é o tubo que leva a bile do fígado para o intestino delgado. A bile é uma substância que ajuda na digestão de alimentos gordurosos e na excreção (eliminação de) substâncias nocivas. Quando o […]

COLANGIOCARCINOMA

É um tumor originário do epitélio biliar. É comum na China, país em que se acredita que o tumor seja causado parcialmente por infestações subjacentes do fígado por fascíola hepática. Nos demais lugares, é menos comum do que o carcinoma hepatocelular; histologicamente, os dois podem se sobrepor. Pacientes com colangite esclerosante primária têm risco significativamente maior de colangiocarcinoma.  […]

COLANGITE

A colangite esclerosante primária (CEP) consiste em uma inflamação irregular, com fibrose e estreitamentos do ducto biliar, que não tem uma causa conhecida. Entretanto, 80% dos pacientes têm doença inflamatória intestinal, mais frequentemente retocolite ulcerativa. Outras condições associadas incluem doenças do tecido conjuntivo, causas autoimunes e síndromes de deficiência imunitária, eventualmente complicadas por infecções oportunistas. […]

CÂNCER DA VESÍCULA BILIAR

Carcinoma da vesícula biliar é incomum (2,5/100.000). É mais comum entre índios americanos, pacientes com cálculos grandes (> 3 cm) e naqueles com extensas calcificações consequentes a colecistites (vesícula em porcelana). A quase totalidade (70 a 90%) dos pacientes também tem cálculos. A taxa média de sobrevivência é 3 meses. A cura é possível quando o câncer é diagnosticado precocemente […]

COLECISTITE

A colecistite aguda é a complicação mais comum da colelitíase. Em comparação, ≥ 95% dos pacientes com colecistite aguda têm colelitíase. Quando um cálculo impacta no ducto cístico e causa obstrução persistente, ocorre um processo inflamatório agudo.  A mucosa danificada secreta ainda mais líquidos para dentro da vesícula. A distensão resultante leva à liberação de mais mediadores inflamatórios, […]