A litíase biliar corresponde à formação, sintomática ou não, de cálculos no interior da vesícula biliar. Contudo, os cálculos podem estar presentes no interior do ducto colédoco, formando a coledocolitíase.
Os dados epidemiológicos de colelitíase são certamente subestimados uma vez que a maioria dos casos é assintomático e não necessita de tratamento.
Exames ultrassonográficos no Brasil apontam prevalência de cerca de 9% na população geral enquanto estudos de necropsia variam dos mesmos 9 até 19% para indivíduos acima de 20 anos.
A doença é mais frequentemente observada em indivíduos após quarta ou quinta décadas de vida, sexo feminino, multíparas e com IMC > 30.
Fonte: Sanarmed



